sexta-feira, abril 13, 2018

Post 6641 - Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

Hoje blogue acordou inglês...Será do dia de hoje? Blogue terá sido possuído pela sexta-feira, 13...
(mas consegui que regressasse ao português).
Como em Confeitaria onde fui comprar pão e duas meninas orientais queriam almoçar. A funcionária queria dizer-lhes quais eram os pratos, mas não se lembrava de como dizer pato, para o arroz de pato, felizmente tinham ainda galinha assada, e acabaram por escolher "one chicken, one rice and one potatoes" (eu também estava meio bloqueada a pensar como é que se diria pato até que me lembrei do Donald Duck).

Post 6640 - Livros 2017 (22, 23 e 24) - Mensagens do Céu de Jack Canfield, Mark Victor Hanseu e Amy Newmark The Duchess de Jude Deveraux The Maiden de Jude Deveraux

Mensagens do Céu de Jack Canfield, Mark Victor Hanseu e Amy Newmark
The Duchess de Jude Deveraux
The Maiden de Jude Deveraux

Canja de Galinha para a Alma: Mensagens do CéuResultado de imagem para The Duchess de Jude DeverauxResultado de imagem para The Maiden de Jude Deveraux 


Post 6639 - Sexta-feira, 6.4.18 - Ready Player One: Jogador 1

Ready Player One: Jogador 1 de Steven Spielberg

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Post 6638 - Desafio de escrita 9/10 - Carta



Mãe és a melhor mãe do mundo
Desculpa se às vezes não mostro quanto gosto de ti.
Contigo sei que posso ser como sou, posso ser preguiçoso e levantar-me tarde, e deixar para a última hora os trabalhos de casa, posso ser trapalhão e beber leite do pacote, e deixar a roupa e toalhas pelo chão, mas sei que mesmo que ralhes, continuas a gostar de mim.
Tenho tanto orgulho em ti, em como te vestes bem como se fosses uma das minhas professoras, na forma como falas com todos. Perguntam por ti agora, “como está a senhora”, a minha mãe, uma senhora.
Pensava que ias estar sempre aqui.
E agora tenho tanto medo que não seja assim.
Pareces tão frágil e é tão estranho ir visitar-te aí, que não consigo falar-te o que penso, não consigo abraçar-te, e quando te beijo ao chegar e ao sair, parece que nem te sinto.
Mas fico sempre tão feliz quando é para te irmos ver, quando chegamos, corro para o teu quarto e fico tão feliz quando te vejo, fico tão feliz quanto te ouço a chamares-me filho.
E sinto-me tão mal quando saímos e voltamos para casa, sem ti.
A nossa casa não parece a nossa casa. Ficou mais escura e fria. Passámos a falar em voz baixa. Quando ligamos a televisão é só para ver as Notícias e como se o tivéssemos combinado, colocamos sempre o som baixo. Parece errado e proibido o barulho porque lembra animação.
Prometo que se ficares bem, vou ser diferente!
Vou ser diferente, mesmo, mas serei igual em como gosto de ti.
Mãe, tu és tudo.
Não nos deixes, não me deixes, fica bem e volta para casa connosco.


Post 6637 - Desafio de Escrita 8/10 Um mau sonho (medo)



Se não se mexesse, se pensassem que estava a dormir, seria como se nada tivesse acontecido.
Como das outras vezes.
A mãe viria acordá-lo na manhã seguinte e depois de lavar-se e tomar o pequeno‑almoço que ela teria pronto, sairia para a escola sem quase falar com ela.
Nos dias seguintes, e à medida que o tempo passasse, seria como se nada tivesse acontecido.
Dali a mais tempo poderia mesmo pôr-se a pensar se não o teria sonhado, um pesadelo que lhe parecera real, como acontece com os maus sonhos enquanto estamos a dormir, mas que não o era.
As vozes altas pareciam-lhe mais longe depois de tapar a cabeça com a manta até que acabou por adormecer sem dar conta.
Mas naquela manhã a mãe não o veio acordar.
Acordou sozinho numa quietude estranha. A luz entrava pelas persianas mal fechadas. Não sentia o cheiro de café e o silêncio pesava.
Levantou-se, receoso mesmo do som da sua própria voz. Só por isso não chamou pela mãe.
Atravessou a porta do quarto entreaberta, atravessou o hall, até à cozinha, habituando-se à pouca luz, pouco a pouco, foi apercebendo-se que ali não estava sozinho. O pai estava sentado num banco com a cabeça entre os braços apoiados na mesa.
Fez algum ruído ao esbarrar noutro banco e o pai virou-se para ele.
Parecia que olhando para ele não o via. Mas devia estar a vê-lo porque depois falou alto: "o que é que eu fiz". A seguir voltou a esconder o rosto nos braços mas o seu corpo foi sacudido por estremecimentos. E percebeu que o pai estava a chorar.
Não podia mais fazer de conta que nada tinha sucedido. Soube nesse momento que nunca mais ia ver a sua mãe.
Foi quando começou a gritar por ela.


quarta-feira, abril 11, 2018

Post 6636 - Excesso de confiança

E quando eu pensava que até estava a conseguir, não era assim tão difícil, um dia destes até poderia partir para um pato com laranja...deixei queimar as ervilhas :(

(acho que vou culpar o fogão)

quarta-feira, abril 04, 2018

Post 6635 Divulgação - Possibilidade de se participar em Colectânea

"Antologia “Pós de Perlimpimpim” – Até dia 20 de Maio

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Antologia de CONTOS INFANTIS
REGULAMENTO
1. «PÓS DE PERLIMPIMPIM» é um projecto literário das Edições Hórus, que visa selecionar textos inéditos, escritos na Língua Portuguesa, de Autores Lusófonos,independentemente das suas raças, crenças, orientações sexuais e identidades de género, para serem publicados num livro. Só se aceitam participações que obedeçam a este Regulamento. A utilização do Acordo Ortográfico é facultativa.
2. Cada Autor pode apresentar1 (um) texto em Prosa – conto ou crónica – com o mínimo de 1 (uma) e o limite de 6 (seis) páginas A4. Os textos (revisados pelos Autores) devem ser digitados no Word, Times New Roman, letra tamanho 12, espaçamento simples entre linhas e parágrafos. Rejeitam-se formatos de apresentação que sejam diferentes do Word.
3. O tema contemplará o universo de contos infantis: fábulas, contos de fadas, histórias de cunho realista ou fantástico;
4. Os textos devem ter títulos próprios (diferentes do nome da Antologia) e serem enviados para o email edicoes.horus@gmail.com, até dia 20 de maio. Os Autores podem assinar os seus textos com Nome ou Pseudónimo,devem declarar no corpo do email que aceitam as condições do Regulamento (caso contrário, as participações serão desconsideradas) e enviar uma nota biográfica (até 10 linhas), endereço de email e contacto telefónico.
5. A seleção dos textos será efectuada pela editora e o resultado da seleção irá sendo divulgado num prazo máximo de duas semanas, até à data limite para receção dos textos. Todos os passos efetuados na produção desta obra coletiva (ou eventuais alterações ao Regulamento) serão comunicados aos Autores intervenientes.
6. Não existe taxa de participação. No entanto, Autores devem adquirir 2 (dois) exemplares da obra finalizada. O PVP (preço de venda ao público) da Antologia será definido, após a seleção dos textos, pela Editora, tendo em conta o número de páginas do livro a ser editado. Autores participantes podem adquirir todos os exemplares que pretenderem, sempre com desconto sobre o PVP.
7. O pagamento dos livros será efetuado, por transferência bancária, num prazo máximo de duas semanas após a divulgação dos textos selecionados (indicaremos os dados necessários, por email, a cada um) e os Autores devem enviar à Editora um comprovativo de pagamento para que o mesmo seja validado. Os exemplares adquiridos serão entregues durante a sessão de apresentação da obra finalizada e enviados por CTT, após essa data, a quem não estiver presente no lançamento – aos envios para fora de Portugal acrescem as despesas dos Correios.
8. A não liquidação dos respetivos exemplares no prazo estipulado significa incumprimento do Autor e implica a exclusão imediata dos seus textos, salvo situações excecionais previamente justificadas. Se não for possível excluir essas participações (por razões de paginação do livro em estado avançado ou já em fase de pré-impressão),o Autor incumpridor fica inibido de participar em quaisquer outros projectos literáriosdas Edições Hórus até que regularize a sua situação. Esta inibição pode estender-se aos restantes projetos promovidos pela editora.
9. O envio de um texto para o email da Editora implica (automaticamente) a aceitação de todas as normas deste Regulamento e a autorização dos direitos de publicação na antologia, sem qualquer outra contrapartida além do desconto nos exemplares adquiridos pelos Autores desta obra coletiva. A cedência de publicação será confirmada com a Transferência Bancária, do valor correspondente à aquisição dos livros, para o NIB que será posteriormente indicado – não havendo, desse modo, necessidade de preencher qualquer documento formal, exceto a declaração no e-mail (referida no Ponto 4) atestando que aceitam as condições do Regulamento. A Editora não reserva a exclusividade ou os direitos dos trabalhos editados. Cada Autor pode utilizar os seus textos noutras publicações que julgue pertinentes.
10. Para esclarecimento de dúvidas ou informações adicionais, devem contactar a Editora por email."

Post 6634 - Livros 2018 (20 e 21) Algo de Especial de Iris Murdoch e Aquele Rapaz Tão Meigo de Mario Cyr

Algo de Especial de Iris Murdoch

Na contra capa:
"Passado em Dublin, tendo por fundo, de forma vivida e reconhecida, a cidade nativa da escritora nos finais dos anos 50, Algo de Especial é a história de Yvonne, uma vulgar e ousada jovem irlandesa que acredita que existe algo mais na vida para além do casamento com Sam, o respeitável jovem que com ela namora. Escrita com vitalidade e o característico humor malicioso avança para um surpreendente clímax e conclusão - uma história pungente e estranhamente inquietante sobre a incompatibilidade dos sonhos e desejos.
Iris Murdoch nasceu em Dublin em 1919 e faleceu em Fevereiro de 1999. Foi uma das maiores e mais influentes escritoras deste século. Foi também uma distinta filósofa, tendo também escrito peças, um libreto e um volume de poesia."
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Aquele Rapaz Tão Meigo ("Ce Garçon Trop Doux") de Mario Cyr
Na contracapa:
"Filha única, Sophie foi obrigada a dividir a mesma casa com Quentin quando a sua mãe decidiu ir viver com o pai deste. Os dois jovens não têm nada em comum. De facto, Sophie apenas sente desprezo por aquele rapaz boémio e sem ambição nenhuma. Mas ela acabará por descobrir que, por debaixo daquela aparente preguiça, se esconde uma pessoa extremamente generosa. (gostei muito deste livro).

Mario Cyr nasceu em Saint-Hyacinthe, no Canada, em 1955
Escreveu também  "Ce n’est qu’avec toi que je peux être seul"; "Vieillir" e "Revenir à Toi", L'éternité serait-elle un long rêve cochon?



Post 6633 - Terça-feira, 3.4.18 - Gnocchi com bacon e bechamel

Gnocchi com bacon e bechamel (tentei seguir a receita dum livro mas não saiu lá muito bem...talvez por não ter prestado a devida atenção às quantidades, afoguei os gnocchi nas natas e bechamel)
- Estrugido com azeite, cebola e alho picados, no qual devemos fritar o bacon até ficar estaladiço (bacon não colaborou);
- Cozemos o gnocchi em água abundante e estarão prontos quando começarem a flutuar (pensava que gnocchi seria algo com uma massa com batata e não apenas batata), escorremos e vamos juntá-los ao bacon;
- Juntamos o molho bechamel com as natas e adicionamos aos gnocchi, envolvendo e deixando levantar fervura; ou
- Podemos acrescentar cogumelos laminados; ou
- Podemos colocar os gnocchi num prato de ir ao forno depois de refogados, regá-los com o bechamel e as natas, e levá-los ao forno aquecido a 160º até alourarem, cerca de 10 minutos.


Post 6632 - Livros 2018 (19) Stroke of Midnight (1001 Dark Nights) de Lara Adrian

Stroke of Midnight (1001 Dark Nights) de Lara Adrian

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Post 6631 - Livros 2018 (17 e 18) Hölder, de Hölderlin de Maria Gabriela Llansol e

Hölder, de Hölderlin de Maria Gabriela Llansol
Miracles de Judith McNaught


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terça-feira, abril 03, 2018

Post 6630 - Hoje no Google



John Harrison (Foulby, Yorkshire, 24.3.1693/Londres, 24.3.1776) foi um relojoeiro  inglês, inventor do primeiro relógio marítimo de alta precisão, a partir de um protótipo também da sua autoria, que determinava a longitude durante viagens marítimas de longa distância.

Post 6629 - Livros 2028 (16) The king of Hel de Grace Draven

The king of Hel de Grace Draven

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segunda-feira, abril 02, 2018

Post 6628 - Livros 2018 (15) A Viagem de Maria do Vale Cartaxo

A Viagem de Maria do Vale Cartaxo

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No site da wook:
"Maria do Vale Cartaxo, nascida em Portimão, menina e moça partiu de casa de seus pais para estudar no liceu de Faro e na universidade de Lisboa, e logo sentiu o anseio de sair do lar pátrio e ir mais longe – não se contentando com pouco, deu a volta ao mundo e navegou pelos oceanos Atlântico, Índico, Pacífico e outros mares. 
Fazendo toda a rota marítima dos antepassados descobridores, contornou o continente africano pelo Cabo da Boa Esperança, com paragens no Senegal, África do Sul e Quénia, aportou em Bombaim, ancorou no Ceilão, arribou em Malaca, navegou até Macau, viajou por Taiwan e desembarcou em Nagasaki, no Japão. 
Sobre duas rodas, cavalgando uma mota com o seu marido Christopher Gosden, um inglês também sedento de aventura, percorreu milhares de quilómetros desde Singapura, através da Malásia e da Tailândia, até ao Laos e Camboja. Posteriormente, viveram e viajaram por terra durante um ano e meio, numa pequena caravana pão de forma VW, por todo o continente americano, desde o Canadá ao Chile, cruzaram a Argentina e fixaram-se no Brasil. 
Para lá de todos os lugares que conheceu em quatro continentes, dos Alpes aos Andes, dos glaciares canadianos ao deserto de Atacama e à floresta amazónica, a autora morou em Salzburg, Colombo, Bangkok, Hong Kong, Tóquio, Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde trabalhou em missões diplomáticas, empresas multinacionais, escolas e como tradutora free-lancer. 
Depois de regressar à sua terra, passou a residir perto de Alvor, com vista para o mar que tanto ama. 
Foi a primeira agraciada com o Prémio Manuel Teixeira Gomes, instituído pela Câmara de Portimão, em 1999, com o conto A viagem e depois disso foi também premiada em 2002 com a novela O legado de Mrs. Baker e, em 2006, com o conto O sétimo dia
Publicou ainda os romances Três diários de bordo em rota de naufrágio, em 2003, e O dia não, em 2008."

Gostei muito deste livro, pela forma como está escrito - esta não era uma viagem que eu quisesse fazer (e vou tentar encontrar outros livros da autora).